A história do HackStars não começou numa sala moderna cheia de puffs coloridos e post-its simétricos. Começou na salinha improvisada de organização de um hackathon, há mais de dois anos – Ah! Não era qualquer hackathon era um hackathon do Sicredi Ouro Verde MT – QUE BAITA EXPERIÊNCIA!
Enquanto do lado de fora times corriam atrás de entregas e builds quebrados, lá dentro eu Henrique Rolim e outros caras feras, como mentores e avaliadores, fazíamos o que dá pra para ajudar as equipes lá fora, sem “jogar balde de agua fria em ideia alheia” – brincadeira rs.
Foi nesse caos divertido que Henrique — o cara do ecossistema, das comunidades, das conexões certas — soltou a ideia que abriu um portal na nossa cabeça: “E se existisse um hackathon de estrelas(pra ele ali na sala só tinha ninja de desenvolvimento e negócios) - Um formato onde as pessoas realmente entregassem solução, onde o protótipo funcionasse de verdade ao final das 48 horas, e onde empresas pudessem ver resultado, não só um PPT bonito no palco.”
A gente riu. Riu do tamanho da ambição. Riu porque parecia coisa de quem tomou muito café e energético(eu mesmo tomei MUUITOOOO). Mas a verdade é que a ideia ficou ecoando — e ideias teimosas têm um poder estranho: elas não deixam você dormir. Eu ficava instigando o Henrique – cara e ai não vai colocar o hackathon das estrelas em prática. Cara a ideia é muito boa, precisa tirar do papel.
Passaram-se uns dois anos. E num belo dia de 2024(final do ano), o Henrique me convidou para fazer: “Ok. Se você estiver junto eu topo. Bora fazer?”.
A plataforma que nasceu na velocidade startup: errar rápido, aprender mais rápido ainda
Não existia tempo, orçamento ou estrutura para seguir o caminho tradicional. De um lado o Henrique Rolim e o Victor Hugo Maranholi cuidavam de organizar a metodologia apoiados pelo Eduardo Bellincanta Ortiz, Herbert Tadashi Mitsuyuki, Juscelino Araujo, o apoio incondicional da Milena Vilar, Beatriz Biancardini e Viviane Castilho (se faltar alguém me da um puxão de orelha). Fizemos o que qualquer time que respira startup faz:
- Erramos rápido.
- Corrigimos rápido.
- Aprendemos mais rápido ainda.
- E repetimos isso até dar certo.
Só tinha um detalhe: o que estávamos construindo não era um “sisteminha”. Era um sistema capaz de operar um hackathon inteiro em tempo real — com participantes, empresas, banca, avaliações, checkpoints e métricas acontecendo simultaneamente.
E aí entra a peça-chave dessa história: Lovable.
Com Lovable, a plataforma nasceu numa velocidade que parecia impensável meio até que impossível. Coisas que levariam meses num desenvolvimento tradicional estavam prontas em minutos, horas. E o que levaria dias, resolvíamos em horas. O MVP inteiro saiu em poucas semanas — e não qualquer MVP: um MVP de gente grande, do tipo que as empresas âncoras olharam e disseram “isso está pronto para uso”. Só pra você ter uma ideia do que foi entregue: Arquitetura multi-tenant: com isolamento de dados, autenticação robusta, backend serverless e mais de 20 edge functions. 40+ tabelas estruturando todo o ecossistema do evento: desde equipes, checkpoints, banca, entregas, métricas, perfis e gamificação. Um sistema de gamificação completo: com moeda virtual (StarPoints), ranking, badges, loja, economia interna e lógica automática. Comunicação integrada: feed tipo rede social, e-mails transacionais, notificações, integração com Discord. Avaliação em tempo real: formulários customizáveis, dashboards, NPS, relatórios exportáveis — tudo rodando ao vivo. Landing pages dinâmicas, check-in com QR Code, gestão de patrocinadores, embeds… E tudo isso funcionando dentro de um ambiente de evento ativo. Isso não é só “rápido”. Isso é mudar a curva de desenvolvimento. O que antes levaria 10 meses, fizemos em menos de 6 semanas. O que antes precisaria de uma equipe de 8 pessoas, fizemos com 1. O que custaria R$ 500 mil, fizemos por uma fração disso.
E sim, muito disso aconteceu na marra, no estilo “fazendo deploy enquanto participante envia entrega”, porque isso é HackStars: um laboratório vivo onde criar, testar e melhorar acontece em tempo real.
Os mais de 200 inscritos(Desenvolvedores e Curiosos), as Estrelas — e o HackStars ganhando vida
Quando abrimos a seleção, vieram mais de 200 inscritos.E aí entendemos: o HackStars não era só uma ideia. Era uma necessidade. Formamos equipes com pessoas incríveis:
⭐ Estrelas de Desenvolvimento — os monstros do código, os que fazem acontecer sem medo do escuro.
⭐ Estrelas de Negócio — visão estratégica, clareza, experiência real com entrega.
⭐ Desenvolvedores — uma andorinha só não faz verão – o dev estrela precisaria de apoio.
⭐ Os Curiosos — a peça mais inesperada da história. O Curioso é aquela pessoa que nunca trabalhou com inovação, nunca tocou tecnologia, mas tem a coragem de quem quer atravessar o portal para outro universo. E no HackStars eles cresceram, se encontraram, aprenderam e contribuíram como protagonistas.
A gamificação guiava os times. A plataforma ditava o ritmo. A comunidade - local(que FODA O LOCAL – Yumit Hub - Parabéns Fernando Pereira pela iniciativa), estrelas, curiosos, parceiros, organização, avaliadores faziam a mágica. E as empresas âncoras recebiam valor de verdade: protótipos funcionando, fluxos resolvidos, telas usáveis, entregas testáveis, ideias que realmente mexiam na dor que elas apresentaram. Pela primeira vez, as empresas assistiram um hackathon onde o resultado não morre no palco.
O HackStars não é só um hackathon. É um ecossistema vivo.
É metodologia, plataforma, experiência, comunidade, entrega, valor real. É a prova de que:
dá pra entregar produto em 48 horas;
dá pra gerar valor para empresas no primeiro dia;
dá pra construir plataforma complexa sem gastar milhões;
dá pra transformar curiosos em participantes ativos;
dá pra inovar de verdade quando gente boa está junta.
Tudo isso começou naquela ideia do Henrique Rolim, naquela sala, naquele dia que parecia comum. E agora virou um movimento. O HackStars não é mais apenas uma ideia que teimava existir.
É realidade.
É impacto.
É resultado.
É tecnologia viva.
É comunidade pulsando.
É a nova forma de fazer inovação.
E o mais maluco? O #Batch001 foi só o #MVP. Os próximos já estão vindo — maior, mais rápido, mais inteligente, mais ousado. Porque agora a gente sabe uma coisa: Quando você junta ideias teimosas, tecnologia acelerada e gente extraordinária… o impossível vira só o primeiro sprint.
Confere a galeria de fotos:
VEJA AS FOTOS
Os resultados dessa jornada podem ser vistos em nosso report(é isso mesmo a plataforma gera automaticamente o report pós evento com algumas métricas) confere aqui: https://platform.hackstars.com.br/report/978cad59-a6f2-4c7d-83e2-5087b75bbefe/1222a579-c1b2-4559-aa54-6a0843d2b2d7
E é claro isso só foi possível com o apoio do ecossistema Vale do Pacu e de atores como Sebrae Mato Grosso, Sicredi Ouro Verde MT, Rede de Hotéis Mato Grosso, TAV WEB, Hey Studio, BLM, Amigo, Cervejaria Louvada e tantos outros(acessa aqui que está todo mundo lá - https://platform.hackstars.com.br/lp/33be29d6-9d1f-4ce4-9750-f1a86678b4a9 ) que nos apoiaram direta ou indiretamente nessa jornada fantástica que foi o #HackStars.
Até breve no #Batch002...
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